Lágrimas-de-Cristo – Clerodendron thomsoniae

Nome Científico: Clerodendrum thomsoniae
Nomes Populares: Lágrima-de-cristo, Clerodendro-trepador
Família: Lamiaceae
Categoria: Trepadeiras
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Subtropical, Tropical
Origem: África
Altura: 3.0 a 3.6 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Ela é originária de África e encontrou na América Latina um ambiente semelhante ao da terra natal, propício ao seu desenvolvimento. É uma trepadeira que precisa obrigatoriamente de direcionamento e por isso é perfeita para compor cercas-vivas em treliças e grades, jardins suspensos em pergolados e até em vasos pendurados.

A origem do nome popular, lágrima-de-cristo, é obscura. Alguns atribuem-na ao fruto, de aparência globoso, com as sementes saltando da carne vermelha como se fossem dois olhos. Duas cascas laterais também avermelhadas lembram lágrimas de sangue. Outra possibilidade seria a própria flor, constituída por uma corola tubulosa de coloração purpúrea e que emana do cálice mimetizando, ela mesma, uma lágrima. A literatura, no entanto, não faz referências e muito menos referenda qualquer uma dessas interpretações.

Lágrimas-de-Cristo foto

Como a lágrima-de-cristo tem tendências invasoras, atenção às podas de contenção feitas no Inverno; é necessário podar ramos que fogem dos limites dos ambientes em que ela foi plantada, além de retirar folhas e flores secas.

Não tolera geadas e mudanças bruscas de temperatura, sendo indicada para regiões com temperaturas amenas e com alta humidade relativa do ar. Caso não haja humidade o suficiente as regas precisam ter frequência diária principalmente em dias quentes.

Lágrimas-de-Cristo

Pode atingir mais de 3,0 metros de comprimento no ramo principal. Muito ramificada, com folhas de tamanho médio, verdes-escuras com nervuras marcadas, ovais acuminadas e flores vermelhas tubulares de estames longos, protegidas por cálice branco com as sépalas arredondadas e dirigidas para a corola, parecendo um pequeno balão.

As flores estão reunidas em grandes racemos nas pontas dos ramos. Floresce praticamente o ano todo, mas principalmente na primavera até o final do verão.

Podas não são recomendadas, pois podem transmitir doenças que apodrecem as extremidades dos ramos. Retirar apenas ramos secos, doentes e mal formados, a época certa é logo após terminada floração.

Regar somente quando o solo estiver seco, evitando sempre o encharcamento.

Solo arenoso e rico em matéria orgânica, levemente ácido.

Vote neste artigo

2 Comentários

  1. Rosa Guedes || at

    Tenho estas lindas flores a cobrir parte da piscina

  2. Paula Filipa || at

    são lindas e singelas

Comentar

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

*

Este website utiliza cookies que asseguram funcionalidades para uma melhor navegação.
Ao continuar a navegar está a concordar com a sua utilização.