Como cuidar da sua Bougainvillea glabra (primavera)

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Nome Científico: Bougainvillea glabra
Nomes Populares: Primavera, Buganvile, Buganvília, Ceboleiro, Flor-de-papel, Pataguinha, Pau-de-roseira, Roseiro, Roseta, Santa-rita, Sempre-lustrosa, Três-marias
Família: Nyctaginaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Trepadeiras
Clima: Equatorial, Oceânico, Subtropical, Tropical
Origem: América do Sul, Brasil
Altura: 4.7 a 6.0 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

Trepadeira lenhosa, de florescimento abundante e espetacular. As folhas lisas, pequenas, levemente alongadas e brilhantes, diferenciando-a da B. spectabilis.

Oriunda de sul do Brasil, de característica subtropical, ela tolera muito bem a geada e o frio, vegetando bem em áreas de altitude também.

Necessita de podas de formação e de manutenção anuais, para incentivar o florescimento e reformar parte da folhagem.

Multiplica-se por sementes, estaquia e alporquia.

As flores da Bougainvillea glabra

As flores são pequenas de tonalidade amarelo creme, envolvidas por brácteas róseas.

Pode ser conduzida com arbusto, arvoreta, cerca-viva e como trepadeira, enfeitando com pérgolas e caramanchões de estrutura forte.

As cores das suas flores – laranja, ferrugem, branco, rosa, que se formam no Outono e Primavera.

É cultivada a pleno sol, como trepadeira, para forrar caramanchões (construção utilizado em espaços verdes para ser utilizada para descanso) e cercas. Saiba que ela não suporta geadas.

Para auxiliar no ajuste da planta ao solo, deve-se molhar diariamente, durante 45 dias.

Após esses 45 dias, molhar duas vezes por semana, verificando a necessidade da planta.

Primaveras

Transplantação

Deve realizar mudas quando a bougainvillea estiver nova, transplante-a anualmente em Fevereiro, mudando o vaso e adubo.

As mais antigas precisam ser mudadas, em pelo menos, de dois em dois anos.

Ela gosta bastante de ficar à luz do sol, mas nada de excessos para que sua folhagem não adoeça.

Sua multiplicação ocorre com a alporque, estaquia e por meio de sementes; pode ter de tentar com vários ramos, mas em 4 a 5 semanas esta planta cria um bom processo radicular.

Se for plantar em vaso, este deve ter no mínimo 70cm de diâmetro e ser bem maior que a raíz, para que não pare o crescimento.

Gosta bastante do sol pleno e prefere as paredes próximas da costa e orientação a Sul, mas também pode ser cultivada em vaso ou como pequena árvore.

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Plantada sobre o terreno pode transformar-se num exemplar enorme com ramos fortes e espinhosos até 10/12 metros de altura.

Assim sendo, é necessário ir amarando os ramos à medida que vão crescendo para que fiquem pegados à parede ou a outra estrutura escolhida.

As duas espécies mais usuais de Buganvília são a B. spectabilis e a Bougainvillea glabra.

A primeira, uma planta doméstica, é utilizada em interiores, ao passo que a segunda não admite tutores e é mais usada em exteriores.

Mas as suas características são muito semelhantes: as duas têm grande porte, rápido e fácil desenvolvimento, folhas perene, ovaladas e de consistência semicarnosa e enormes raminhos de brácteas florais que se unem no auge dos ramos desde o início da Primavera até ao Inverno.

Outros cuidados

Adube, pode e acautele. Aquando a época de floração, adicione adubo líquido ou granulado à água da rega uma vez por semana.

Também tem que podar com frequência para controlar o crescimento rápido.

Não suporta as baixas temperaturas, por isso se vive numa zona de invernos frios, deve resguardar a planta com plásticos ou colocá-la numa estufa.

Prevenção e cura de doenças

Teias de aranha? Molhe a folhagem

O calor e a seca promovem o ataque de ácaros como o aranhiço vermelho.

Os sintomas são rugas nas folhas, que antes de caírem passam de verde a amarelo e castanho e as teias de aranha.

Dica – Para precaver, intensifique a humidade da planta regando por aspersão ou pulverizando. Para curar, aplique acaricida.

Folhas com verrugas? Trate com álcool

Trata-se de cochonilhas, insectos muito nocivos que chupam a seiva da planta até a esgotar. Aquando do ataque, segregam um melaço sobre o qual podem resultar fungos e vírus.

Dica – Se forem poucas, pode retirá-las uma a uma com um pincel ou com algodão impregnado em álcool. Caso o ataque seja em massa, utilize um bom inseticida.

Bolor esbranquiçado? Reduza a rega

O oídio manifesta-se por meio de manchas brancas que apodrecem e podem provocar a morte da planta. Aparece quando a rega é excessiva ou quando se molham sistematicamente as flores ou as folhas.

Dica – Corte as zonas afetadas e aplique fungicida.

Folhagem deformada? Humedeça o ambiente

A mosca branca chupa a seiva dos tecidos jovens (flores e folhas), que altera e impregna com uma substância pegajosa que pode implicar surgimento de ferrugem.

Dica – Eleve a humidade ambiental com regas ou pulverizações periódicas. Recorra a inseticida.

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